quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Calor, calor. calor

Depois de uma deliciosa noite em que ar condicionado e ventilador não existiram, o calor está de volta. Não quero ir trabalhar. Não quero.
Quero sair por aí... caminhar pelas ruas da cidade... curtir a preguiça... "me esquecer na multidão."

domingo, 6 de janeiro de 2008

Estava triste..



Não pude ir a BH como queria. Mas aí, usei o plano B.

Vamos curtir o que o Rio tem para oferecer num dia de verão.


Então, para começar, praia com a mulherada. É possível imaginar o que se falou, né? Risos.


Depois, ir para casa, tomar banho e tirar uma soneca antes da balada: ingressos gratuitos para dois shows!! Ueba!!!




O primeiro, da divina, da deusa, da tudo de bom Rosa Passos. Se você nunca ouviu, não imagina o que está perdendo.


Se nunca viu um show dela, seu caso é grave. Mas, corra! Você ainda tem tempo para corrigir esta falha da nua formação e ter muito prazer em ouvir boa música.




Saindo do show, tempestade de verão. Delícia!!!
Briga para pegar o táxi para chegar ao outro local. Casa nova na Lapa: The Rio Rock and Blues Club - Rua do Riachuelo, 20. Bem pertinho dos Arcos. Desta vez, nada de MPB. Rock da melhor qualidade na veia, graças à Trupe Limousine. Grande show!! Delicioso, daqueles em que você curte o que de melhor a história do rock oferece. Gostei da casa. Vou voltar. Madrugada. Ainda chove. Hora de voltar para a casa. Feliz feito pinto no lixo pela programação deliciosa. Mas, lá no fundo, a pontinha de tristeza por ter perdido o promeiro aniversário de Fernandinha.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Morar no Rio


Sou carioca da gema, nascida, orgulhosamente, em 13 de janeiro de 1963, no imperial bairro de São Cristóvão, para onde voltei ao me tornar aluna do glorioso Colégio Pedro II (Tabuada!!!) Cresci no subúrbio, bairro de Guadalupe, perdido entre Deodoro, Anchieta e Vila Militar. Infância de correr de bicicleta, fazer guerra com bolinhas de mamona catadas no mato, morrer de medo das cobras que apareciam depois das chuvas vindas dos terrenos do Exército. Infância de subir em árvore, jogar futebol, morrer de medo das histórias que meu tio Barcelito contava quando faltava luz, com todos nós sentados sob a Mangueira do jardim.

O Rio tem coisas especiais.Sair com os colegas para almoçar e ficar vendo o bondinho de Santa Tereza lotado de gente, tentando sair da estação. E ficar com vontade de não sair mais dalí daquela mesa, de não deixar o bom papo... Se sair, só se for para pegar o bondinho e subir pelas ladeiras deliciosas de Santa.